#Gaincast30 é um depoimento de Felippe Aranha sobre seu encantamento com o Price Action

Atualizado: Jul 3



Felippe Aranha iniciou sua trajetória na Bolsa de Valores como broker dentro da Capital Markets. E mesmo atuando no mercado financeiro, ele não conseguia entender muito bem qual era o papel de cada um dentro do mercado.


Sua formação foi muito importante para entender todos os aspectos do mercado. Experimentando inclusive o mercado de capitais na universidade, o que contribui muito para esse processo de descoberta da Bolsa de Valores.


Felippe Aranha

Não demorou pra entender que operar dentro de uma corretora e operar seu próprio capital eram coisas bem diferentes. Na faculdade ele aprendeu a ser um trader institucional, já na corretora ele entendeu que seu papel era muito mais de um executor de ordens, ele precisava ouvir o cliente e executar a ordem.


Como seu interesse era de tomar suas próprias decisões, pediu demissão e deixou um cargo confortável na corretora para trabalhar na Interfloat, uma corretora conhecida no mercado pelo perfil dos seus clientes traders pessoa física, que operavam seus próprios capitais em busca de maior rentabilidade.


“O mercado não quer saber de onde você veio, ele não quer saber se você tem uma boa formação, ele quer saber se você faz a coisa certa e você precisará se provar capaz”.
Felippe Aranha

Em 2009, mudou-se para Florianópolis e lá conheceu um trader chamado Andy que apresentou Price Action ao Felippe, mostrou que era muito mais simples de operar quando se olhava diretamente a movimentação dos preços, a ação dos preços, sem indicadores que complicavam a análise.


Foi quando o Felippe conheceu a metodologia de Al Brooks, esse cenário de Price Action que é o gráfico sem indicadores e analisando a movimentação do preço vinha crescendo muito no cenário mundial com grande parte dos traders aplicando esse operacional no mercado de Forex. Quando Brooks lançou seu primeiro livro, ele mudou a vida como trader de Aranha mesmo sem saber.


No início dos seus estudos dentro da metodologia Al Brooks, o Felippe não tinha para quem contar todas suas conquistas, visto que, na época poucas pessoas conheciam esta abordagem, mas este cenário vem mudando gradativamente, principalmente hoje com a tradução do primeiro livro de Al Brooks para português.


A grande sacada de Brooks foi trazer um contexto para a leitura dos gráficos de uma forma muito completa, sempre trazendo as tendências contra as lateralidades e mesmo nestes dois cenários existem diversas formas e tamanhos de tendências e lateralidades e por conta dessa leitura, acabamos nos sentindo muito mais seguros, porque sempre teremos um contexto correto para operar e o Brooks ensina a operar os contextos, como se posicionar, onde stopar e qual é gain na operação.


O Felippe nos conta como foi o processo de tradução do primeiro livro do Al Brooks para a língua portuguesa e como foi convidado:


O livro foi lançado pela editora Timing do Márcio Noronha, Felippe foi procurado para comandar a tradução do livro porque havia muita especificidade, muitos termos técnicos, visto que, o Al dá muitas roupagens novas aos termos tradicionais do Price Action, um exemplo é o termo “Swing” que nós utilizamos para nos referir a operações que duram mais de um dia até poucas semanas; já na metodologia Al Brooks esse termo “Swing” é utilizado para denominar aqueles trades que buscamos risco X retorno maiores que duas vezes a possibilidade de retorno em relação ao risco ou trades que duram mais de seis barras ou seis candles.


Para conferir o podcast completo ouça o episódio 30 do Gaincast e lá terá todos os detalhes desse bate papo.


Abaixo deixamos a entrevista que Felippe fez com Al Brooks:



0 visualização

toda segunda novos episódios